Laboratório de Política Internacional e Gestão do Espaço Oceânico (GESPOC)
O Laboratório de Política
Internacional e Gestão do Espaço Oceânico (GESPOC), criado em 2013, na
Universidade Federal de Pelotas (Centro de Engenharias), para estimular alunos
de variadas áreas de ensino ao estudo, pesquisa e extensão de atividades
relacionadas ao espaço oceânico. Desta forma, o conhecimento do processo da
política pública direcionada aos mares e oceanos passou a ser um fator
relevante na formação dos alunos, devido às imensas reservas naturais que
contém o espaço marítimo brasileiro.
Desde os primórdios da
civilização humana, o oceano tem sido objeto de disputas e conflitos armados
entre diversas nações. Em séculos passados, quando o comércio internacional de
mercadorias efetivou-se através da navegação oceânica, houve necessidade de uma
regulamentação que privilegiasse o uso e os recursos oriundos do mar. A agenda
geopolítica, a significação econômica e política dos recursos minerais e o
direcionamento estratégico do poder alteraram-se, ao longo do tempo, por influência
de relações nacionais, internacionais e pelos reflexos da economia e da
política mundial.
Com as novas descobertas de
campos de petróleo no litoral brasileiro, denominados de Pré-Sal, a reorganização
das políticas e regulamentações referentes ao seu uso e exploração precisa ser
efetivada, de forma que se estabeleça um sistema de proteção desse recurso
mineral através da legislação brasileira, em consonância com acordos
internacionais.
Como objetivos destaca-se:
1. Identificar a importância dos mares e oceanos para o contexto político e econômico do Brasil, no âmbito doméstico e internacional;
2. Ressaltar a importância estratégica da Zona Econômica Exclusiva, Plataforma Continental e Mar Territorial para o desenvolvimento do Brasil;
3. Avaliar a incorporação dos Tratados Internacionais através das políticas públicas, como mecanismos de proteção inerentes à exploração do Pré-Sal;
4. Descobrir o motivo do Brasil não ter conseguido a incorporação total do seu pleito, ou seja, o aumento da Plataforma Continental junto à Comissão de Limites da Plataforma Continental da Organização das Nações Unidas;
5. Demonstrar o potencial estratégico do aumento limítrofe da Plataforma Continental Brasileira, destacando a importância do território marítimo do Brasil junto à comunidade internacional.
1. Identificar a importância dos mares e oceanos para o contexto político e econômico do Brasil, no âmbito doméstico e internacional;
2. Ressaltar a importância estratégica da Zona Econômica Exclusiva, Plataforma Continental e Mar Territorial para o desenvolvimento do Brasil;
3. Avaliar a incorporação dos Tratados Internacionais através das políticas públicas, como mecanismos de proteção inerentes à exploração do Pré-Sal;
4. Descobrir o motivo do Brasil não ter conseguido a incorporação total do seu pleito, ou seja, o aumento da Plataforma Continental junto à Comissão de Limites da Plataforma Continental da Organização das Nações Unidas;
5. Demonstrar o potencial estratégico do aumento limítrofe da Plataforma Continental Brasileira, destacando a importância do território marítimo do Brasil junto à comunidade internacional.
Por tais razões, para o início
das atividades vinculadas ao Laboratório, tornaram-se necessários projetos de
ensino e consequente conhecimento de políticas públicas direcionadas ao ecossistema
oceânico, fatores relevantes para a compreensão das reservas naturais que fazem
parte do espaço marítimo brasileiro.

